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21/08/06

















ÁLBUM DE FAMÍLIA. Kraftwerk - "The Man-Machine" (1978).
Durante anos pioneiros no uso exclusivo de instrumentos electrónicos, ao 7º trabalho os mestres alemães apresentavam o seu mais conciso conjunto de canções pop. Ainda respeitando um conceito (a fusão Homem-Máquina), juntavam à frieza fundamental da sua música ritmos mais dançáveis e às letras adicionavam humor e crítica social ("The Model", por exemplo). Ainda assim, o ser humano era, em definitivo, preterido pela máquina, atitude que se estenderia aos concertos da banda, onde os músicos eram substituídos em palco por 4 robôs. Sem os Kraftwerk, os Neo-Românticos não seriam Neo-Românticos, o Techno, o Electro ou o Hip-Hop, entre muitas outras ramificações, soariam substancialmente diferentes e os Radiohead seriam provavelmente apenas mais uma boa banda de country. Tiago Castro explica porquê. Quarta 14.00 / Domingo 12.00

6 comentários:

  1. Anónimo11:35 a.m.

    we are the robots

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  2. o OK COMPUTADOR também foi de férias?!?

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  3. Anónimo5:17 p.m.

    Fundamental

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  4. Anónimo12:55 p.m.

    Kraftwerk or Can ?? Qual será o percussor da música electrónica ?

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  5. Pausa na música e Manifestação: QUE TAL UM CIGARRINHO

    Cumprimentos,

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  6. Prefiro o Trans-europe Express, pessoalmente. Mas este também é incontornável. Nunca os robots foram tão "glamourosos".

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