Se não fosse por mais nada, o Dare dos Human League e o respectivo (e pioneiro) disco de remisturas Love and Dancing já lhe garantiam um lugar na história. RIP
Parabéns à Radar por dar esta (triste) notícia a tempo e horas. Esta não é uma observação à Radar porque não estou a ouvi-la e não sei se fizeram algum especial sobre o trabalho de Rushent, mas fala-se, com muita razão, do seu trabalho com os Human League, esquecendo, por outro lado, muitos dos seus outros trabalhos emblemáticos, no final dos 70 e início dos 80 como com os 999, Rezillos, Pete Shelley, etc. Só com os Stranglers, ele produziu três álbuns.
Se não fosse por mais nada, o Dare dos Human League e o respectivo (e pioneiro) disco de remisturas Love and Dancing já lhe garantiam um lugar na história.
ResponderEliminarRIP
Parabéns à Radar por dar esta (triste) notícia a tempo e horas. Esta não é uma observação à Radar porque não estou a ouvi-la e não sei se fizeram algum especial sobre o trabalho de Rushent, mas fala-se, com muita razão, do seu trabalho com os Human League, esquecendo, por outro lado, muitos dos seus outros trabalhos emblemáticos, no final dos 70 e início dos 80 como com os 999, Rezillos, Pete Shelley, etc. Só com os Stranglers, ele produziu três álbuns.
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